quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Eu, Fabio da Silva

Alguém sabe o que estou sentindo?
Não, não sabem.
Não sabem como o meu peito dói
como as lágrimas em meu rosto
ardem na minha face como um acido
sou pobre!
E só por culpa disso
eu sou privado da felicidade
as pessoas me olham com desprezo
porque eu sou pobre.
Elas não enxergam o meu intimo
sou uma criança inocente
não veem a pureza do meu olhar
que mostra um amor verdadeiro.
Não! Decididamente não!
Elas só veem a pobreza
e agora querem me tirar o alguém
o alguém que me fez feliz
por breves e doces momentos.
Não interessa para elas
o meu verdadeiro amor
a minha dedicação
pois para elas eu sou pobre
sou uma aberração
que no espírito tem pureza
e amor no coração.


**POESIA CRIADA EM 1996

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