domingo, 28 de agosto de 2011

Estranha

Você do outro lado da rua 
com cabelos ao vento
tão linda e tão charmosa
que me deixa desatento.
Você que não sabe que eu existo
e da qual já pertence meu coração
insisto em um olhar fixo
na esperança de reter seu coração.
Você que ainda me é uma estranha
de rosto belo e olhar intrigante
a qual ganhou o meu amor por um instante
talvez também pense em felicidade.
Você com jeito de Pallas
num corpo de mulher adulta
adjetivando palavras excitantes
num corpo que algo oculta.
Você do outro lado da rua
Você que não sabe que eu existo
Você que ainda me é uma estranha
Você com jeito de Pallas
Você que me faz escrever... palavras.

***POESIA CRIADA EM 1994

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